domingo, 14 de agosto de 2016

AULA DE VOZ II dia 09/08/16

Luz, câmera, fala interna e troca de personagens aos 45 do segundo tempo...

 

É... Como dito no post PRÁTICA EM INTERPRETAÇÃO I dia 08/08/16 nós fizemos um método de escrever a cena escolhida incluindo fala interna. Eu escolhi uma cena na qual eu interpretaria a Rainha de Copas e talz... Adriano, Thiago e João Victor ficaram comigo no grupo, cada um fez a sua própria reescrita da cena com utilização de fala interna. Aconselhei a eles que eles fizessem fala interna para todas as personagens em cena e não só para a que gostariam de interpretar, até porque se de repente, por exemplo, a Re nos pedisse para trocar as personagens e tivéssemos que fazer outro ao invés do escolhido por nós, assim nós já estaríamos preparados. :)


E parece até que eu já estava prevendo isto. rsrs
Quase em cima da hora tivemos que trocar tudo, não porque a Re pediu mas porque eu havia achado melhor assim...
Eu queria muito fazer a Rainha de Capas, mas, acabou não ficando bom no ensaio... Acabei saindo varias vezes da personagem... Não consegui internaliza-la direito para aquele momento eu acho. '-'


O fato é que no ultimo minuto decidimos que Adriano seria a Rainha de Copas e, como eu não tinha visto no João a Alice que eu gostaria de ver em cena, então decidi tentar ser Alice. :p


A cena começaria com Alice (eu) e Dois de Paus (Thiago) pintando a roseira do jardim do labirinto, em seguida eu fiz um tipo "narrador" virando-me para trás pois narradores não são pessoas fiscais em cena, então eu tentei passar o entendimento de que eu estava de costas para o publico pois o narrador não estava de fato alí (fisicamente). Logo após entram a Rainha de Copas (Adriano) e o Rei (João), a rainha faz uma pergunta ao Valete de Copas, que no livro ele estava presente na cena, ele não teria falas, apenas um movimento de curvar-se e sorrir encabulado, então eu acabei por fazer o Valete também neste momento. Após isso a cena fluiu naturalmente...


Havia uma "regra do jogo" de campo de visão para João, ele tinha que seguir os movimentos do Adriano para firmar o fato do rei ser apenas uma "sombra" da rainha. O único momento no qual ele podia fugir a esta regra seria na parte em que o rei teria uma fala, logo após a fala o João tinha que voltar para o campo de visão seguindo o Adriano, mas creio que ele se atrapalhou um pouco... Eu também tinha uma regra, imposta por mim mesma, Alice nunca podia estar parada, ela sempre estaria se mexendo, bem... Eu tentei. rsrs
Mas o melhor da cena foi o Thiago... Ele conseguiu internalizar bem a personagem que ele fez e o resultado foi ótimo, bem engraçado. Adriano também foi muito bom como Rainha de Copas.

No final creio que todos gostaram da nossa apresentação... Apesar que na minha humilde opinião a melhor apresentação de todas foi a do Caio e da Brenda. :)
Eles estavam super sincronizados como se tivessem ensaiado a meses para aquilo. rsrs
Eu adorei.


PRÁTICA EM INTERPRETAÇÃO I dia 08/08/16

Escolhendo cena, escrevendo com fala interna e reescrevendo... reescrevendo...


Aula no laboratório de informática, a Re pediu para de selecionássemos um trecho do livro para que fizéssemos um trampo em cima dele.
 Então ela pediu para que déssemos fala interna para as personagens e escrevesse a cena incluindo a fala interna também.

 

A minha cena escolhida foi do cap. 8 "O campo de croquet da Rainha"
Quando o cortejo passou diante dela, todos pararam e olharam-na. A Rainha disse severamente: “Quem é essa?” Dirigia-se ao Valete de Copas, que em resposta apenas se inclinou e sorriu.
“Idiota!” disse a Rainha, empinando a cabeça com impaciência. E, voltando-se para Alice, continuou: “Qual o seu nome, menina?”
“Meu nome é Alice, às ordens de Vossa Majestade”, disse muito educadamente. E pensou com seus botões: “Afinal, são apenas um baralho. Não preciso ter medo deles!”
“E quem são aqueles?” perguntou a Rainha, apontando para os três jardineiros que ainda estavam no chão, perto da roseira. Pois vocês podem imaginar que, como eles estavam com o rosto virado para chão e o desenho de suas costas era igualzinho ao do restante do baralho, ela não podia saber se eram jardineiros, soldados, cortesãos ou seus próprios filhos.
“Como é que eu vou saber?” disse Alice, surpresa com sua própria coragem. “Não é da minha conta.”

A Rainha ficou vermelha de raiva e, após encará-la por alguns instantes como uma fera selvagem, gritou: “Cortem-lhe a cabeça! Cortem-lhe...”
“Bobagem!” disse Alice com voz alta e decidida, enquanto a Rainha ficou calada.
O Rei tocou o braço da esposa e disse timidamente: “Pense bem, minha querida, é apenas uma criança!”
A Rainha, furiosa, afastou-se dele e disse ao Valete: “Desvire-os!”
O Valete desvirou-os cuidadosamente com o pé.
“Levantem-se!” bradou a Rainha com voz estridente. Os três jardineiros imediatamente se levantaram e começaram a fazer reverências ao Rei, à Rainha, aos infantes e a todo o mundo.
“Parem com isso!” gritou a Rainha. “Estão me deixando tonta!” E, voltando-se para a roseira, prosseguiu: “O que vocês estavam fazendo aqui?”
“Às ordens de Vossa Majestade”, disse o Dois em tom muito humilde, ajoelhando-se enquanto falava, “nós estávamos tentando...”
“Estou vendo!” disse a Rainha, que enquanto isso examinara as rosas. “Cortem-lhes a cabeça!” E o cortejo continuou, tendo três dos soldados permanecido atrás para executar os infelizes jardineiros, que, por sua vez, correram para Alice em busca de proteção.
“Não irão decapitá-los!” disse Alice. E colocou-os num grande vaso de flores que havia ali perto. Os três soldados vagaram durante alguns minutos procurando os jardineiros, mas depois seguiram sossegadamente atrás do cortejo.
“Cortaram-lhes as cabeças?” berrou a Rainha. “Suas cabeças se foram, às ordens de Vossa Majestade!” berraram os soldados em resposta.
“Muito bem!” berrou a Rainha. “Sabe jogar croquet?” Os soldados ficaram em silêncio e olharam para Alice, pois a pergunta era evidentemente dirigida a ela.
“Sei!” gritou Alice.
Eu queria interpretar a Rainha de Copas, mas, fiz fala interna para todos os personagens presentes em cena...
Então me pus a escrever essa cena gigantesca quase inteira usando fala interna na reconstrução :p



Eu mal ia terminando de escrever quando a Re fala pra turma que quando acabar era pra recomeçar... Pois com o exercício da repetição da escrita nós absorveríamos melhor a cena e as falas internas que criamos.


Eu mal tinha terminado de escrever aquela cena e teria que reescreve-la... Bom... Tudo pela arte. '-'

domingo, 7 de agosto de 2016

AULA DE CORPO II dia 04/08/16

Partitura de filme...

 

Então... A proposta era que escolhêssemos uma cena de alguma das adaptações de Alice e partiturisássemos (essa palavra existe?) para a aula de corpo. E também tínhamos que levar um adereço de cabeça.

Bom, a minha fala interna ta de Rainha de Copas desde o começo então eu escolhi uma cena dela, do desenho de 1951 da Disney.
A cena mostra a rainha entrando no labirinto/jardim e vendo as roseiras pintadas e não gostando nada disso.


Mas na segunda feira eu pensei em algo bem diferente disto pra apresentar... Porem ficaria como se fosse uma performance e eu pensei que essa não seria a proposta para esta aula. 
Lembro de ter comentado com o PH e o Diogo... Eu queria utilizar tinta, eu faria uma rainha de Copas meio louca, meio psicótica, segurando uma tesoura e usando uma coroa... Pensei em pegar a Brenda e utiliza-la como "objeto" da minha cena, tipo, a Brenda seria a figura da Alice e estaria imóvel sentada em uma cadeira com uma mesa em frente (talvez eu utilizasse as carteiras de estudante do ginica) e na mesa teria um pedaço de bolo ou torta, pois no final dos livros o julgamento é por causa do roubo de tortas. Na verdade o pedaço de bolo/torta seria apenas uma distração, pois atrás da fatia eu ia por um prato com tinta vermelho escuro igual a sangue. Eu iria chegar por traz da "Alice" sussurrar coisas em seu ouvido e depois discretamente eu ia sujar a mão de tinta e passar no pescoço dela, como alusão a um decapitação. 
Eu pensei nisso após a apresentação de slides da aula de interpretação pois a Rejane disse que queria algo de pós-dramático na peça então veio toda essa visão em minha mente.
PH me aconselhou a fazer isso na aula de corpo e eu acho que devia ter escutado pois eu meio que me arrependi muito de não ter feito depois que vi a Sami fazendo a dela. hahahauhua
A da Sami foi muito foda... Mexeu comigo, ela colocou a rainha numa perspectiva que até então eu nunca havia visto, a de incompreendida.


Bom... Meu adereço de cabeça foi a minha coroa, afinal, eu seria a rainha.
Eu simplesmente adorei a playlist que o pessoal montou para a peça e era essa playlist que tava rolando enquanto fazíamos nossas partituras corporais... Eu escolhi esta: 


Achei que talvez ela desse uma poética para a minha partitura, porem minha música interna era outra... Uma inventada em minha mente para a ocasião. Ela começava alegre e em certo ponto ela ficava turva e tensa.


Afinal a narrativa da minha partitura era:
  1. Rainha entra no recinto feliz e graciosa;
  2. Ela olha de um lado para o outro vislumbrando seus súditos (as cartas) a saudando;
  3. Ela percebi algo errado com sua roseira (era para as cartas jardineiras plantarem rosas vermelhas mas eles erraram e plantaram, sem querer, rosas brancas... Então eles as estavam pintando de vermelho para que a rainha não desconfiasse do erro);
  4. Ela vai até a roseira e passa o dedo em uma das rosas percebendo assim que elas estavam pintadas;
  5. Ela fica furiosas e grita com as cartas jardineiras;
  6. Ela arranca a roseira e a joga com raiva no chão;
  7. Ela se acalma e volta a ter um ar sereno;
  8. Ela aponta para as três cartas que estavam jogadas ao chão;
  9. Faz um sinal de degolar;
  10. Aponta para a frente (no caso eu quis fazer um charminho para a câmera, rsrs).
Uau! Minha rainha teve 10 movimentos e eu achando que tinha sido muito rápida. :p

Pensando bem se eu for analisar bem o que eu fiz eu na verdade misturei duas personagens em uma, a rainha Branca do Tim Burton e a rainha de Copas do desenho de 1951. Pois esse "feliz e graciosa" que eu tentei fazer me lembrou muito o jeito da personagem da obra do Tim Burton.


 Bom, só espero que tenho ficado bom.

JOGOS TEATRAIS II dia 03/08/16

Pique-bandeira e chinelada neles...

 

Jogos *-* que saudades de jogos *-* rsrs

Dessa vez o mecanismo que vamos utilizar para as aulas ta meio diferente...
Dessa vez nós realmente jogamos alguma coisa antes de jogar o jogo teatral. 


E então, democraticamente, nós escolhemos jogar pique-bandeira. 

No jogo, dois times, cada um possuindo uma bandeira (que também pode ser um chinelo rsrs), têm como objetivo capturar a bandeira do time adversário, localizado na "base" desse time, e trazê-la de volta ao seu território em segurança. Os jogadores do time oposto podem ser "pegos" por jogadores no território deles; estes jogadores pegos serão (dependendo das regras da partida) desclassificados do jogo, novos membros do time oposto, "congelados" (incapazes de deixar o local onde foi pego até que um membro do seu time o toque para o salvar e assim voltar para o seu território).

 Muito bem... Começamos a jogar e eu nunca tinha jogado isso na vida... É... Eu fui uma criança sem amigos e aprisionada pela mãe em casa. :(

Quando o jogo acabou (meu time ganhou, por sinal) nós nos dividimos em grupos... Meu grupo era eu, Isabela, Juliana, Caio, Alberto e João Victor.

A proposta era que utilizássemos os movimentos gerados no jogo de pique-bandeira.
Quem: Um policial e 5 suspeitos de utilizar drogas.
Onde: Numa batida policial.
O que: Tentando esconder com quem esta a droga.

Regras: 
  1. O policial não podia ultrapassar a linha (havia uma linha imaginária no chão)
  2. Se alguém tentar fugir e o policial pegar o policial vai dar uma porretada (chineladas no caso) nele e este vai ter que ficar imóvel no chão
  3. Se alguém dançar o policial vai ver isso como desacato e tentar "puxar" a pessoa e dar porretada (chinelada) nela pra ela ficar imóvel no chão
  4. Se alguém do paredão conseguir encostar em quem ta imóvel no chão essa pessoa "descongela" e pode voltar pro paredão.
Foi decidido que eu seria a policial e que o porrete seria o chinelo... E eu realmente internalizei a personagem... O resto foi improviso... Improviso até demais. huahuahuahuahua


No final eu levei o maior susto pois eu não havia percebido de imediato que o Caio havia "quebrado" a 4ªparede e jogado as "drogas" para alguém da plateia e o meu susto foi maior ainda quando eu percebi que a pessoa que tava com as drogas era a Rejane. Véi... Eu só pensei "O que que eu faço agora?"

Como disse a Dulce, eu não podia simplesmente dar chineladas na professora,né? huahuahuahuahua
Eu tive que engolir o susto e pensar muito rápido em alguma saída. Na verdade eu nem lembro direito o que eu fiz para falar a verdade.

Eu adoro improvisar, mas esse pequeno susto que eu levei meio que me fez perder o rumo do que eu tava fazendo, eu praticamente desconstrui a personagem por alguns minutos até analisar qual seria a melhor reação pra aquilo que tava rolando. Por um segundo eu achei que estragaria tudo.

Dica para mim: Ser mais rápida no gatilho, perceber mais rápido as coisas que acontecem ao meu redor e ter uma resposta mais ligeira.

Associação com Alice: O grupo da Brenda, apesar de eu não ter entendido nada no começo, rsrs, me fez associar o que eles tentaram fazer com a cena de Alice caindo na toca do coelho. E talvez fosse de bom gosto tentar fazer algo assim na peça, quando a Alice cai. Essa ideia de algumas pessoas ficarem segurando a "Alice" e "balançando" ela com a alusão de que ela está caindo é muito boa.


sábado, 6 de agosto de 2016

FIGURINO I dia 02/08/16

Indumentária feminina, masculina e cartolas...

 

Sim... Eu sei que eu talvez não deveria estar postando nada de figurino aqui mas... É de Alice que estamos falando. :)

Quando a Eraní nos mostrou as indumentárias do séc. XIX eu pirei, sério, eu sou uma grande fã de filmes de época.  
Ela deu como exemplo algumas imagens de filmes, tais como Elizabeth: A Era de Ouro (2007), Romeu e Julieta (de 1968 creio eu), Maria Antonieta (2006), Shakespeare Apaixonado (1999), Drácula de Bram Stoker (1992), A Jovem Rainha Vitória (2009) entre alguns outros...


Ela enviou as imagens acima para nos inspirar pois ela queria que criássemos exemplos de indumentárias do séc. XIX tanto femininas quanto masculinas e também cartolas. 

Perguntei se podíamos nos inspirar já nas personagens de Lewis Carroll e ela falou que sim então...

Lembro de ter visto uma vez uma imagem da Rainha Vitória do Reino Unido usando seu vestido de coroação e isso me veio como uma grande inspiração para a indumentária da Rainha de Copas.


Naquela época vermelho era a cor da realeza e só quem tinha poder para usar fios de ouro era a nobreza, o que nos leva a minha visão da Rainha de Copas... Eu não queria que a minha ideia fosse uma cópia barata da do Tim Burton mas não tem como fugir dessa cartela de cores, até porque são as coras da carta da rainha de copas no baralho.
A personagem masculina na qual imaginei a indumentária foi o Coelho Branco
O Coelho Branco chama atenção de Alice no começo da história exatamente por estar bem vestido... Bom... Só por estar vestido, aliás... E por usar um relógio de bolso.

Então eu imaginei um coelho elegante já que este em especial frequenta a corte da rainha. rsrs

Imaginei ele usando um fraque preto com um colete de tom cinza por baixo, ele teria alguma espécie de bordado saindo do punho da manga, porem bem discreto, algo como se ele estivesse usando uma camisa branca por baixo do fraque. No pescoço eu pensei um dândi e nas partes baixas uma calça curta, tipo uma corsário com amarras.

Na imagem acima tem um exemplo da calça que falei com uma espécie de amarra.

Acima tem exemplos de homens do séc. XIX usando fraque e colete.


Acima, exemplo em duas imagens de homens do séc. XIX usando fraque, colete e dândi. Se não me engano o homem da primeira imagem também utiliza um relógio de bolso como o do coelho.

Para a cartola eu absorvi um comentário da Rejane na aula de corpo.
Ela disse que um chapéu com abas maiores causa um efeito poético de mistério, ela comentou isso por causa da performance de corpo do Lucas na qual ele utilizou um chapéu de abas bem largas.


Então porque não fazer uma cartola com abas mais largas? Ficaria bem cênico e causaria o efeito de mistério proposto. ^^

Podia ser além das abas maiores a copa da cartola podia ser mais larga também... Como a que o Tom Petty usa neste clipe:

 

O pensei na estética dos chapéus floppy porem com as abas mais firmes.
O efeito ficaria assim:


Apesar de que esse chapéu colono utilizado pela Beyoncé já me lembra muito uma cartola. :p

Os ornamentos da cartola são basicamente uma fica ou renda para amarrar em volta, assim como a do Johnny Depp no filme do Tim Burton por exemplo:


Até porque temos que segurar um papel nele, o famoso "10/6". 
Nas ilustrações originais do livro de Lewis Carroll feitas por John Tenniel a cartola do Chapeleiro trás consigo uma etiqueta escrita "In this style 10/6" traduzindo "neste estilo, 10/6" que nada mais é que o indicativo de preço do chapéu. Sim... No caso 10 Shillings e 6 pences... 

 Bom, a própria ilustração original mostra uma cartola bem larga (pelo menos a copa) então eu acho que ficaria muito boa a proposta das abas mais largas.

E essa é a minha proposta de indumentárias inspiradas no século XIX.



AULA DE VOZ II dia 02/08/16

Encapsulamento e associações

 

Nessa aula tivemos basicamente a mesma atividade da aula passada AULA DE VOZ II dia 26/07/16

Todos nós escrevemos num pedacinho de papel "voz de..." e depois a Re embaralho num boné e nós tiramos um cada um... Dessa vez eu não peguei o meu próprio papel. rsrs

Logo após nós nos dividimos em grupos para escolhermos três desses papeizinhos e formarmos frases com os encapsulamentos de sons.
Dessa vez meu grupo era Alberto, Annie, Brenda, Eduesley e Nicole.
Nós escolhemos:
Voz de telefone; voz de berrante e voz de mulher.

Nossa posição foi de aproveitar o espaço então nós pedimos para a plateia ficar em arena e nós nos espalhamos pelo espaço do circulo.
Então cada um de nós iria primeiro a primeira palavra como se fosse um eco, a próxima seria como se fosse um mecanismo de volume... Primeiro o Alberto puxou o som de berrante e nós um a um fomos aumentando o tom até encapsularmos o som com a palavra e por fim, algo que me lembrou muito uma prosa cantada graças ao final que a Annie deu. rsrs

Sobre associação com Alice, devo dizer que gostei muito de um dos grupos pois eles me fizeram ter a visão das flores do jardim cochichando sobre Alice, se perguntando se ela era algum tipo de flor nova. Achei muito interessante. Essa cena existe no filme de 1951 da Disney.

PRÁTICA EM INTERPRETAÇÃO I dia 01/08/16

Ideias e associações que tive pesquisando na internet sobre

"Alice"


O documentário "Grandes livros: Alice no País das Maravilhas de Lewis Carrol" é riquíssimo em termos de perspectiva e análise da obra original.

Percebo que muitos dos meus colegas tem como referencia apenas os dois filmes do Tim Burton...


Apesar de ser muuuuito fã de Tim Burton eu sinceramente gosto mais da versão desenho de 1951 feita pela Disney (as versões do Tim Burton também são da Disney)


Porem a primeiríssima adaptação é a britânica Alice in Wonderland de 1903, dirigida por Cecil Hepworth e Percy Stow. Ela foi lançada oito anos depois do surgimento do cinema e impressionou muito na época pelos seus efeitos visuais.


Outra adaptação para o cinema só que mudo é a americana de 1915, dirigida por W.W. Young.
É conhecida por ser uma das adaptações mais fiéis, incluindo diversas passagens ignoradas por outras adaptações, inclusive a récita completa de um poema, o que é um pouco irônico afinal o filme é mudo. Nesse filme a caracterizações das personagens também tem seu valor, visto que, foram baseadas nas ilustrações que John Tenniel fez para a publicação do livro de Carroll.


Na TV, Alice também ganhou algumas séries e telefilmes. De acordo com alguns sites a melhor adaptação seria a do telefilme de 1999. A história é bastante fiel ao primeiro livro, mas mescla alguns elementos do "Alice, Através do Espelho". O filme ganhou alguns Emmy's, incluindo os de efeitos visuais graças aos bonecos que retratam alguns dos personagens do País das Maravilhas. Também conta com um elenco incrível, como Martin Short (Chapeleiro Maluco), Ben Kingsley (Lagarta), Christopher Lloyd (Cavalo Branco), Gene Wilder (Tartaruga Fingida) e Whoopi Goldberg (Gato de Cheshire).




Bom... tem uma versão muito digamos "atual" produzida pela Syfy Channel em 2009, é uma minissérie de apenas dois capítulos mas que eu particularmente adoro. rsrs

"A série se passa como uma sequencia da obra original, sendo a protagonista Alice Hamilton, uma professora de judô que cai no País das Maravilhas, onde outras pessoas do mundo real (as 'Ostras') são capturadas e levadas a um cassino e sedadas para que joguem, assim produzindo uma droga que permite que os habitantes do País da Maravilhas continuem sob o comando da Rainha de Copas. Vários personagens do livro reaparecem, mas em formas humanizadas com características que remetem às suas formas originais, e sendo reinterpretados em suas funções dentro desse universo mais “adulto” como, por exemplo, a Lebre de Março é um assassino e a Lagarta é o líder da resistência contra a a Rainha de Copas."


Bem louco :p

Eu sempre adorei esse universo de Lewis Carroll e já que vamos nos basear na obra original da pra fazer muita coisa ^^

Alice no País das Maravilhas é aquele tipo de livro que faz com que você sinta como se a mágica fluísse através das palavras, nos transportamos para um mundo fantástico e imaginário, que vai se desdobrando ao avançar das paginas... É de fato uma história que permite leituras diferentes, dependendo da época ou da pessoa que a lê. Eu com certeza não consigo entender alguém que não goste deste universo. Afinal... Quem de nós já não foi Alice algum dia? 






AULA DE VOZ II dia 26/07/16

Encapsulamento na voz de...

Deitar no chão para relaxar se espreguiçando é ótimo... Pena que não consigo relaxar por completo :/
Algo dentro de mim diz desesperadamente para que eu não "solte" meu corpo '-'
Igual quando a Re pediu para que nós relaxássemos e "soltássemos" os músculos de corpo até que ele pesasse no chão... É sério... Eu não consigo fazer isso '-'
 É como se fosse uma regra do jogo imposta ao meu corpo pelo meu subconsciente.

Bom... Após a frustração de não conseguir me soltar no chão veio a pesquisa pessoal com base no som ou na intensidade do som que sai de nós de acordo com nossos movimentos ou posições. 

E tudo isso foi apenas as preliminares rsrs


Após o termino do aquecimento fizemos uma circulo e nos sentamos, a Re distribuiu um pedaço de papel para cada um de nós para que déssemos sugestões de "voz de..." 

A atividade proposta nessa aula era encapsular palavras em sons que iríamos inventar ali na hora.

Assim que todos nós terminamos de escrever as opções de "voz de..." nos papeizinhos a Re foi pegando um por um e colocando todos num boné, logo após ela misturou e foi distribuindo entre nós.
Pra minha sorte ou azar, eu peguei o meu próprio papel.

Enfim, cada um leu em voz alta "VOZ DE... (por exemplo) ... GATO" e logo após essa pessoa criava um som, uma voz para essa coisa... no caso do gato, por exemplo, foi "MIIIIIAAAAA" 
Logo após todos juntos em coro repetia o som. Depois a pessoa encapsulava uma palavra nesse som, por exemplo, "MIIIIAAAA" para "MIIIINGAAAAU", logo após todos nós em coro repetíamos o mingau rsrs.
E dessa maneira todos nós fomos fazendo.
Depois que todos nós terminamos a atividade nós nos dividimos em grupos...
No meu grupo estavam Vitor, PH, Annie, Felippe e Thais Motta.
A proposta era pegarmos três papeizinhos e criarmos tipo como se fosse uma frase com eles utilizando os sons encapsulados...

Nós então pegamos os papéis e bolamos os sons e em cima desses sons bolamos a frase.
Eu lembro que os papéis eram: Voz de relógio; voz de criança correndo e voz de... É... A última eu esqueci.
Os sons ficaram mais ou menos assim:
Relógio: Tictictictactactac (algo assim...não me lembro muito bem)
Criança correndo: Ahahahahahehehehe (tipo criança brincando e rindo)
A última... Bom... Não lembro o que era :/ Mas... Eu lembro o que colocamos na frese rsrs.

A frase era assim: "Vai, vem, vai, vem; corre, corre, corre; para, para, para!"

A nossa proposta de "apresentação" era ficarmos em circulo, porem um de costas pro outro e nós faríamos uma espécie de jogo de volume. Cada um ia dizer a frase, um por vez, em tom baixo até que todos já tenham falado, depois, começamos de novo só que com o volume do voz mais alto, e depois repetíamos novamente só que com um tom mais alto ainda. 

E de acordo com a mudança de "volume" também mudava-se a fala interna e a visão interna... Isso não foi planejado mas pelo menos comigo isso aconteceu.


No começo era como se eu estivesse assustada, falando mas com medo de ser ouvida. Depois apareceu o interno do desespero, como se eu quisesse salvar alguém e não sabia como... E por fim eu internalizei a falta de paciência. rsrsrs

É isso... O exercício foi ótimo e eu acho que eu estou melhorando apesar de ainda ter um longo caminho pela frente de aprendizados, só tenho a agradecer aos meus colegas e a minha professora.

Link para o livro (pdf) de Lewis Carroll

Alice

Aventuras de Alice no país das maravilhas 

&

Através do espelho e o que Alice encontrou por lá


https://blogmeumundopretoerosa.files.wordpress.com/2016/03/alice-no-pais-das-maravilhas-atraves-d-lewis-carroll.pdf