Último ensaio PLASTIC BODY
Gimnica... Tambor... A escuridão iluminada por luzes de refletores e lanternas... A escrita no corpo e por fim... A magia.
Foi assim que me senti naquela atmosfera...
O nosso corpo parece seguir cada comando das batidas do tambor que casam perfeitamente com as falas internas proporcionadas pela leitura dos poemas e tudo isso explode em um grande ballet de sentimentos.
Porem eu não vou me prolongar muito aqui, afinal já escrevi sobre a performance nas postagens: AULA DE CORPO dia 30/05/16
Eu to aqui pra falar de algo diferente que aconteceu comigo durante o campo de visão.
Em certa altura a Rejane me colocou para guiar um dos campos de visão e sinceramente não lembro quem eram os outros só lembro de um, o Alberto, e eu vou explicar o porque...
Teve um momento muito estimulante e ao mesmo tempo confuso para mim.
Alberto estava liderando um grupo e eu outro quando de repente eu e ele nos cruzamos no meio do tatame e ele começou a interagir comigo e obviamente o grupo dele também, isso foi muuuuito estimulante para mim em termos de ações físicas pois eu podia responder a imagem corporal dele com a minha e assim meu grupo com o dele. Foi muito lindo, porem isso me confundiu um pouco pois não sabia ao certo se eu poderia estar respondendo ao Alberto ou tinha que continuar a performance normalmente.
Bom, eu correspondi ao Alberto por alguns minutos e depois voltei para o meu próprio seguimento de campo de visão.
Foi uma experiência muito boa, parecíamos dois seres únicos que acabaram de descobrir a existência um do outro e começam a interagir.
Era como uma ação sobre o outro, só que sem encostar um no outro.




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