Abstração e musica
É... Aconteceu de novo :( Deixei o blog para ultima hora ><'
Desde já peço perdão e bora pras postagens hiper atrasadas :p
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A professora decidiu por algumas imagens projetadas na parede do ginica para que tivéssemos, com base nas imagens, uma espécie de dilatação imaginaria enquanto também dilatávamos o corpo em ações de "pressão do ar", "furar", "deslizar", "torcer" e "pegar e largar".
Nisso ela apagou as luzes e então nós éramos iluminados pelo projetor enquanto vislumbrávamos varias imagens e obras abstratas.
Uma delas foi a obra acima, de Wassily Kandinsky. E outras, também de Kandinsky, como as abaixo:
Começamos com o aquecimento, como era o de costume. E tudo foi ao som do tambor, o que dava um toque místico a coisa.
Então começamos a nos mover de acordo com nossa mente dilatada com a ajuda das imagens e o som do tambor. Houveram performances lindas... Cada uma, de cada um era especial, pois parecia haver uma real entrega do corpo e da mente para a ação, chego a arriscar até que havia sentimentos em jogo.
De repente, o som não consistia mais em apenas toques de tambor, a professora pediu para que alguns alunos fossem para o microfone e cantassem enquanto estávamos performando.
A primeira foi a Brenda, e de acordo com ele própria (até porque eu não me lembro), ela cantou a musica "Como Nossos Pais" da Elis Regina.
Não me lembro bem da música... Na verdade eu até acho que não a ouvi alí... Só me lembro de um ritmo, um som... E as imagens estampadas na parede que iluminavam meu rosto e ofuscavam meus olhos.
Lembro de olhar para aquelas imagens e absorvê-las, tal como uma sentimento que me invadia e me tomava.
As imagens até podiam ser abstratas mas com certeza meu eu interior viu mais e expressou corporalmente aquelas visões.
Foi uma boa aula... Uma ótima loucura.
Black and Violet - Wassily Kandinsky
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Uma delas foi a obra acima, de Wassily Kandinsky. E outras, também de Kandinsky, como as abaixo:
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| Color Study: Squares with Concentric Circles |
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| Amarelo-Vermelho-Azul |
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| Composição VIII |
Começamos com o aquecimento, como era o de costume. E tudo foi ao som do tambor, o que dava um toque místico a coisa.
Então começamos a nos mover de acordo com nossa mente dilatada com a ajuda das imagens e o som do tambor. Houveram performances lindas... Cada uma, de cada um era especial, pois parecia haver uma real entrega do corpo e da mente para a ação, chego a arriscar até que havia sentimentos em jogo.
De repente, o som não consistia mais em apenas toques de tambor, a professora pediu para que alguns alunos fossem para o microfone e cantassem enquanto estávamos performando.
A primeira foi a Brenda, e de acordo com ele própria (até porque eu não me lembro), ela cantou a musica "Como Nossos Pais" da Elis Regina.
Não me lembro bem da música... Na verdade eu até acho que não a ouvi alí... Só me lembro de um ritmo, um som... E as imagens estampadas na parede que iluminavam meu rosto e ofuscavam meus olhos.
Lembro de olhar para aquelas imagens e absorvê-las, tal como uma sentimento que me invadia e me tomava.
As imagens até podiam ser abstratas mas com certeza meu eu interior viu mais e expressou corporalmente aquelas visões.
Foi uma boa aula... Uma ótima loucura.



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